Gestão da Energia vs Produtividade

Olá, divas! Como passaram as festas de fim de ano? Eu passei super bem. Passei o natal com a família em Foz do Iguaçu e o revéillon com o boy em Santos.

Mas vamos ao que interessa, à dica do dia. Em novembro, fiz um curso bem bacana pelo Itaú Unibanco com o Nelson da empresa Treinamente, que agregou bastante e gostaria de compartilhar uma das dicas com vocês, sobre o direcionamento da nossa energia para focar no que é importante.


 

“Gestão ou administração do tempo é um assunto que interessa cada vez mais as pessoas. Existem centenas de blogs e livros sobre o assunto, explicando como podemos ter uma maior produtividade fazendo bom uso do tempo e evitando desperdiçar esse precioso recurso.

Uma dupla de cientistas americanos, no entanto, tem uma visão diferente. Jim Loehr e Tony Schwartz argumentam que, por mais que façamos uma boa administração do tempo, nunca o dia vai ter mais do que 24 horas. Como o tempo é um recurso limitado, deveríamos nos preocupar na verdade em gerenciar nossa energia.

Energia, na tese dos dois, é a nossa capacidade de realizar trabalho. Todos enfrentamos oscilações de energia. Às vezes estamos super motivados e o trabalho flui como se fosse brincadeira de criança. Já em outros momentos, responder um simples e-mail parece um trabalho colossal.

O maior problema é que nossa demanda vai crescendo ao longo do tempo, enquanto nossa capacidade vai caindo. Um estudante tem uma demanda menor que um estagiário, que tem uma demanda menor que um funcionário, que tem uma demanda menor que um gerente, que tem uma demanda menor que um CEO e por aí vai. Por outro lado, em condições normais, um jovem geralmente tem mais energia – física e mental – do que um senhor de 70 anos. Nossa capacidade física começa a declinar aos 30 anos, gerando o gráfico a seguir:

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O que nos coloca nessa zona de performance ou nesse estado de procrastinação?

Segundo o livro Envolvimento Total – Gerenciando energia e não tempo, são quatro fatores:

1. Energia física, do corpo (quantidade de energia que temos);

2. Energia emocional (qualidade da energia);

3. Energia mental (foco);

4. Energia espiritual (propósito).

Quando estamos com esses quatro tipos de energia alinhados, entramos em nossa zona de performance. Outros tipos de combinações colocam-nos em diferentes zonas:

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As ideias de Tony Schwartz casam bem com o que David Allen propõe na metodologia GTD, de mente clara como a água. Allen, inclusive, possui um segundo livro pós-GTD chamado no Brasil de Gerencie sua Mente, Não seu tempo.


 

Confira como está a sua energia

O The Energy Project elaborou uma lista com 16 perguntas para você fazer uma auditoria própria de como anda sua energia. Cada sim que você responde é um mau sinal. No final, basta ver a porcentagem de respostas positivas para verificar como está sua energia. Faça a auditoria de energia clicando aqui.”

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